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Besouro Elétrico
Que Prius que nada! Antes mesmo do lançamento oficial - no Brasil – do carro que virou sinônimo de automóvel “verde” e “ecologicamente correto”, o Toyota Prius (cuja estreia está sendo adiada há pelo menos 3 anos e deve ocorrer em outubro próximo), um mecânico de Manaus (AM) anunciou a construção de um Volkswagen totalmente elétrico. O “Eco-Fusca”, como já está sendo chamado, chega a uma velocidade de 168 km/h e sua bateria tem autonomia de 200 quilômetros roados para cada cinco horas de carga. O pai do fusca sustentável se chama Alex Lopes Soares, 41. “O meu Fusca é ano 1986, e roda movido a baterias de lítio; para carregá-lo é só ligar um cabo a qualquer tipo de tomada e deixar por cinco horas”, explica Soares.
“Esse modelo que estou guiando está sendo construído desde janeiro; adaptei todo o funcionamento dele da combustão para a eletricidade”, elucida. “Mas tenho desde criança o sonho de andar num carro que fosse recarregável”, jura o mecânico, orgulhoso da “cria”.
Soares estima que, durante o processo, gastou mais de U$ 30 mil na adpatação do carro.
Há um canal especial no YouTube inteiramente dedicado ao EcoFusca:
O Gêmeo do Veyron
Sabe quem é o irmão gêmeo bivitelino (aquele que não é idêntico) do Bugatti Veyron?
Esse carro aqui:
Quem avistou o pequeno emblema redondo com um B no meio e chutou que é um Bentley, acertou. Afinal, as duas marcas fazem parte do rol de empresas automotivas de propriedade do Grupo Volkswagen, ou seja, era de se esperar.
O que acontece é que o carro acima traz traços na carroceria que lembram o Veyron, e, mais importante, possui o mesmo motor de 16 cilindros em W (W16) do Veyron, de 64 Válvulas. Trata-se de um Bentley Hunaudière 1999, carro conceito da marca de esportivos de luxo. Foi apresentado no Salão Internacional do Automóvel de Genebra, no mesmo ano. Seu motor era um VW 8 litros aspirado naturalmente, que gerava uma potência de 632 cv, bem menor do que os 1000 cv do Bugatti, mas ainda sim potente o suficiente para atingir uma velocidade máxima de 350 km/h. Como base para a carroceria, foi utilizado o chassis da Lamborghini Diablo. A transmissão desse bólido britânico era manual de 5 marchas.
O seu nome é uma homenagem à reta Hunaudière do circuito automobilístico de La Sarthe, na França, na região de Le Mans, e é normalmente utilizado como parte da corrida das 24 horas de Le Mans. A reta de Hunaudière leva até a localidade de Mulsanne, nome de outro modelo da Bentley. Próximo, fica ainda a cidadela de Arnage, ainda outro nome homenageado pela marca inglesa. Todos esses modelos usam como nome localidades que fazem parte da prova de Le Mans pois a Bentley construiu parte de sua reputação com carros potentes e refinados na década de 1920, com a beleza e a velocidade apresentada por seus automóveis nas 24 horas de Le Mans.
Enfim o Hunaudière acabou nunca sendo produzido pela Bentley e boa parte de seu projeto foi aproveitado, 4 anos depois, para desenvolver o Veyron.
No entanto, se você quiser dirigi-lo, existe um jeito: Tire o velho PlayStation do armário (o PS1 mesmo) e jogue o jogo TOCA World Touring Cars. O Hunaudière é um dos carros que são liberados depois de você terminar o jogo, sei lá, umas 44 vezes.

