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Honda terá centro logístico de 190 milhões de reais em SP

Unidade será construída em Paulínia (SP), cidade vizinha a Sumaré, onde montadora mantém fábrica de automóveis

 

Centro da Honda Log em Swindon (RU)

Em 2011, marca perdeu mercado e teve queda de 26,5% nas vendas após problemas com terremoto no Japão.

A Honda Logistic Inc., braço da montadora japonesa Honda na área de transportes e logística, vai investir R$ 190 milhões na construção de um novo centro de distribuição e logística de peças para automóveis e motos.

Em 2011, a marca perdeu mercado e registrou queda de 26,5% nas vendas de carros no Brasil com os problemas de logística e abastecimento de peças após o terremoto seguido de tsunami que atingiu o Japão no começo do ano passado.

O centro será construído numa área de 500 mil metros quadrados em Paulínia (117 km de São Paulo), cidade vizinha a Sumaré, onde a Honda mantém a fábrica e a produção de três modelos: o Civic, o City e o Fit.

Na primeira fase, em 2012, a empresa deve investir R$ 25 milhões só na construção. Em 2013, serão mais R$ 25 milhões. A Honda Logistic não descarta a possibilidade de aumentar o complexo. A previsão é gerar 391 empregos.

No projeto encaminhado à Prefeitura de Paulínia para concessão de benefícios, a empresa afirmou que o espaço para atividades dentro da fábrica em Sumaré estão limitados para expansão.

O objetivo, segundo a empresa, é agregar valor à cadeia de suprimentos e abastecimento da Honda e alcançar a meta de construir um planejamento estratégico para as próximas décadas.

Conforme lei sancionada pelo prefeito de Paulínia, José Pavan Júnior (DEM), a Honda Logistic terá isenção total de IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) e pagará alíquota de 2% (e não de 5%) sobre o ISS (Imposto Sobre Serviços) por dez anos.

O terreno foi doado pela prefeitura. Em contrapartida, a empresa terá que construir duas creches e licenciar os veículos da frota no município, além de garantir outras exigências quanto à geração de empregos.

Na semana passada, a Honda afirmou que retomou o nível de produção que mantinha antes dos problemas no Japão. Os funcionários que estavam em licença remunerada retornaram ao trabalho.

Segundo a empresa, a produção em dois turnos subirá para 510 automóveis por dia. A direção da Honda Logistic não se manifestou sobre os investimentos em Paulínia.

 

Retirado de:  Jornal Folha de S. Paulo,  14/02/2012

1600 cc, 160 bhp

Um CR-X Del Sol VTI Japonês, 1993, fully equipped, com capota automática e escamoteável (versão testada)

 

Ou, mais comummente: 1.6, 160 cv. É com tamanha potência que vinha equipado os Honda Civic CRX Del Sol. Seu motor VTEC equipou outros Civic, embora o Del Sol tenha ‘morrido’ em 1998. Seu nascimento se deu em 1992, e, até hoje, esses carros são valorizados por seu design e sua potência. O rodar dele é um pouco barulhento, devido à capota escamoteável, que se esconde no porta-malas em uma velocidade de 33 segundos. Seu motor é potente, e os primeiros rugidos dele soam como um felino pronto para o ataque, já na primeira marcha. Porém, comparando-o ao Honda Civic VTi Hatch, a impressão que dá ao dirigir é de um menor aproveitamento dos impressionantes números do motor. Faz 0-100 km/h em 7,1 segundos, possui spoiler traseiro, farol de neblina e faróis de milha.

Del Sol Si, versão americana, menos equipada, com capota removível, e não escamoteável.

Sua velocidade máxima precisa é uma incógnita. Existem CRXs preparados que atingem facilmente os 250 km/h, por conta do motor que já veio, de fábrica, bem poderoso. Mas a velocidade máxima oficial é de 210 km/h.

Aqui no Brasil existe uma Confraria dedicada aos amantes do CRX, e o site deles, muito legal e informativo, é:

http://www.ca-crx.com.br/

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